Concertos e Ingressos
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Concertos
Nona de Beethoven e obra-prima de Stockhausen abrem a Temporada 2026
A Temporada começa com a imersiva Gruppen, de Stockhausen, segue com a orquestração de Villa-Lobos para a Fantasia e Fuga, de Bach, e se encerra com a Sinfonia nº 9, de Beethoven.
Nona de Beethoven e obra-prima de Stockhausen abrem a Temporada 2026
A Temporada começa com a imersiva Gruppen, de Stockhausen, segue com a orquestração de Villa-Lobos para a Fantasia e Fuga, de Bach, e se encerra com a Sinfonia nº 9, de Beethoven.
Hera Hyesang Park canta Strauss e Mahler
Com regência de Thierry Fischer, o concerto abre com a orquestração de Villa-Lobos para o Prelúdio e Fuga de Bach, segue com a estreia da soprano Hera Hyesang Park interpretando as Quatro Canções de Strauss e se encerra com a Sinfonia nº 4 de Mahler.
Osesp duas e trinta: Hera Hyesang Park canta Strauss e Mahler
Concerto a preço único de R$ 50 (inteira), às sextas-feiras à tarde, para começar bem o fim de semana.
Hera Hyesang Park canta Strauss e Mahler
Com regência de Thierry Fischer, o concerto abre com a orquestração de Villa-Lobos para o Prelúdio e Fuga de Bach, segue com a estreia da soprano Hera Hyesang Park interpretando as Quatro Canções de Strauss e se encerra com a Sinfonia nº 4 de Mahler.
Recital: Hera Hyesang Park (soprano) e Olga Kopylova (piano)
A soprano Hera Hyesang Park e a pianista Olga Kopylova levam o público a uma volta ao mundo, com obras de compositores italianos, coreanos, americanos, espanhóis, catalães e bascos.
Ensaio aberto: Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
O programa começa com Fragmentos, de Marisa Rezende, obra que combina lirismo e experimentação formal. Na sequência, Sonia Rubinsky interpreta o Concerto nº 4 de Villa-Lobos, de forte integração entre piano e orquestra. O encerramento traz Romeu e Julieta, de Prokofiev, retratando em música o amor e o conflito do drama de Shakespeare.
Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
O programa começa com Fragmentos, de Marisa Rezende, obra que combina lirismo e experimentação formal. Na sequência, Sonia Rubinsky interpreta o Concerto nº 4 de Villa-Lobos, de forte integração entre piano e orquestra. O encerramento traz Romeu e Julieta, de Prokofiev, retratando em música o amor e o conflito do drama de Shakespeare.
Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
O programa começa com Fragmentos, de Marisa Rezende, obra que combina lirismo e experimentação formal. Na sequência, Sonia Rubinsky interpreta o Concerto nº 4 de Villa-Lobos, de forte integração entre piano e orquestra. O encerramento traz Romeu e Julieta, de Prokofiev, retratando em música o amor e o conflito do drama de Shakespeare.
Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
O programa começa com Fragmentos, de Marisa Rezende, obra que combina lirismo e experimentação formal. Na sequência, Sonia Rubinsky interpreta o Concerto nº 4 de Villa-Lobos, de forte integração entre piano e orquestra. O encerramento traz Romeu e Julieta, de Prokofiev, retratando em música o amor e o conflito do drama de Shakespeare.
Ensaio aberto: Páscoa na Sala com o Oratório de Bach
Sob regência de Richard Egarr, a Osesp apresenta um programa inteiramente dedicado a Bach, unindo a Suíte orquestral nº 3, com sua célebre “ária na corda Sol”, ao brilho espiritual do Oratório de Páscoa, que celebra o renascimento e a vitória da vida.
Páscoa na Sala com o Oratório de Bach
Sob regência de Richard Egarr, a Osesp apresenta um programa inteiramente dedicado a Bach, unindo a Suíte orquestral nº 3, com sua célebre “ária na corda Sol”, ao brilho espiritual do Oratório de Páscoa, que celebra o renascimento e a vitória da vida.
Páscoa na Sala com o Oratório de Bach
Sob regência de Richard Egarr, a Osesp apresenta um programa inteiramente dedicado a Bach, unindo a Suíte orquestral nº 3, com sua célebre “ária na corda Sol”, ao brilho espiritual do Oratório de Páscoa, que celebra o renascimento e a vitória da vida.
Ensaio aberto: Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
Em sua estreia na América Latina, o maestro francês Fabien Gabel conduz um programa de atmosfera onírica, com trechos de óperas de Wagner, Debussy e Richard Strauss que exploram o amor, o desejo e o mito. O violinista Daniel Lozakovich completa o concerto interpretando o apaixonado Concerto para violino de Tchaikovsky.
Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
Em sua estreia na América Latina, o maestro francês Fabien Gabel conduz um programa de atmosfera onírica, com trechos de óperas de Wagner, Debussy e Richard Strauss que exploram o amor, o desejo e o mito. O violinista Daniel Lozakovich completa o concerto interpretando o apaixonado Concerto para violino de Tchaikovsky.
Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
Em sua estreia na América Latina, o maestro francês Fabien Gabel conduz um programa de atmosfera onírica, com trechos de óperas de Wagner, Debussy e Richard Strauss que exploram o amor, o desejo e o mito. O violinista Daniel Lozakovich completa o concerto interpretando o apaixonado Concerto para violino de Tchaikovsky.
Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
Em sua estreia na América Latina, o maestro francês Fabien Gabel conduz um programa de atmosfera onírica, com trechos de óperas de Wagner, Debussy e Richard Strauss que exploram o amor, o desejo e o mito. O violinista Daniel Lozakovich completa o concerto interpretando o apaixonado Concerto para violino de Tchaikovsky.
Recital: Hercules Gomes (piano)
Hercules Gomes é um dos mais destacados pianistas brasileiros do nosso tempo. Neste recital, o pianista traz uma seleção de obras que reúne diferentes gerações de chorões e composições próprias.
Ensaio aberto: A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
A regente Elena Schwarz, reconhecida por sua energia no repertório contemporâneo, conduz Atmosphères, de Ligeti, célebre por sua sonoridade etérea usada por Kubrick em 2001: Uma odisseia no espaço. Em seguida, a estreia latino-americana de Had to Be de Nathalie Joachim, obra que entrelaça influências da diáspora africana. O programa se encerra com a vibrante Sinfonia nº 7, de Beethoven, marcada por irresistível força rítmica.
A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
A regente Elena Schwarz, reconhecida por sua energia no repertório contemporâneo, conduz Atmosphères, de Ligeti, célebre por sua sonoridade etérea usada por Kubrick em 2001: Uma odisseia no espaço. Em seguida, a estreia latino-americana de Had to Be de Nathalie Joachim, obra que entrelaça influências da diáspora africana. O programa se encerra com a vibrante Sinfonia nº 7, de Beethoven, marcada por irresistível força rítmica.
A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
A regente Elena Schwarz, reconhecida por sua energia no repertório contemporâneo, conduz Atmosphères, de Ligeti, célebre por sua sonoridade etérea usada por Kubrick em 2001: Uma odisseia no espaço. Em seguida, a estreia latino-americana de Had to Be de Nathalie Joachim, obra que entrelaça influências da diáspora africana. O programa se encerra com a vibrante Sinfonia nº 7, de Beethoven, marcada por irresistível força rítmica.
Ensaio aberto: Coro da Osesp e Thomas Blunt: ponte Brasil e Alemanha
O Coro da Osesp abre a Temporada 2026 com um programa que aproxima Brasil e Alemanha por meio da música coral. Entre os destaques estão obras de Jean Berger, Denise Garcia, Mendelssohn, Clara Schumann e Villa-Lobos. O concerto se encerra com o vibrante Psalmus 150, de Ernani Aguiar, símbolo do repertório coral brasileiro.
A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
A regente Elena Schwarz, reconhecida por sua energia no repertório contemporâneo, conduz Atmosphères, de Ligeti, célebre por sua sonoridade etérea usada por Kubrick em 2001: Uma odisseia no espaço. Em seguida, a estreia latino-americana de Had to Be de Nathalie Joachim, obra que entrelaça influências da diáspora africana. O programa se encerra com a vibrante Sinfonia nº 7, de Beethoven, marcada por irresistível força rítmica.
Coro da Osesp e Thomas Blunt: ponte Brasil e Alemanha
O Coro da Osesp abre a Temporada 2026 com um programa que aproxima Brasil e Alemanha por meio da música coral. Entre os destaques estão obras de Jean Berger, Denise Garcia, Mendelssohn, Clara Schumann e Villa-Lobos. O concerto se encerra com o vibrante Psalmus 150, de Ernani Aguiar, símbolo do repertório coral brasileiro.
Câmara: Clara, Robert e Johannes
O programa reúne obras de Robert e Clara Schumann e Johannes Brahms, três nomes centrais do Romantismo. Ligados por uma convivência marcada por admiração mútua, eles compartilharam ideias, estilos e afetos que influenciaram suas criações. O repertório destaca esse diálogo artístico e emocional.
Ensaio aberto: O milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
Thierry Fischer e a Osesp iniciam sua jornada por Mendelssohn com a Sinfonia nº 1, escrita pelo compositor aos 15 anos e marcada por impressionante vigor juvenil. Em seguida, o trombonista Jörgen van Rijen interpreta SLIP, concerto vibrante de Andrew Norman. O programa se encerra com O Pássaro de Fogo, de Stravinsky, marco do balé russo e prelúdio de sua fase mais revolucionária.
O milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
Thierry Fischer e a Osesp iniciam sua jornada por Mendelssohn com a Sinfonia nº 1, escrita pelo compositor aos 15 anos e marcada por impressionante vigor juvenil. Em seguida, o trombonista Jörgen van Rijen interpreta SLIP, concerto vibrante de Andrew Norman. O programa se encerra com O Pássaro de Fogo, de Stravinsky, marco do balé russo e prelúdio de sua fase mais revolucionária.
Osesp duas e trinta: o milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
Concerto a preço único de R$ 50 (inteira), às sextas-feiras à tarde, para começar bem o fim de semana.
O milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
Thierry Fischer e a Osesp iniciam sua jornada por Mendelssohn com a Sinfonia nº 1, escrita pelo compositor aos 15 anos e marcada por impressionante vigor juvenil. Em seguida, o trombonista Jörgen van Rijen interpreta SLIP, concerto vibrante de Andrew Norman. O programa se encerra com O Pássaro de Fogo, de Stravinsky, marco do balé russo e prelúdio de sua fase mais revolucionária.
Ensaio aberto: Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
O programa se inicia com o prelúdio da ópera inacabada O Garatuja (1904), em que Nepomuceno combina escrita sinfônica refinada e ritmos brasileiros. Em seguida, a Suíte da Sinfonia dos Orixás, de Almeida Prado, revela sua linguagem madura, inspirada nos cânticos e na percussão do candomblé. Encerrando a noite, a Sinfonia nº 2 – Lobgesang, de Mendelssohn, une orquestra, solistas e coro em uma grandiosa cantata de louvor.
Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
O programa se inicia com o prelúdio da ópera inacabada O Garatuja (1904), em que Nepomuceno combina escrita sinfônica refinada e ritmos brasileiros. Em seguida, a Suíte da Sinfonia dos Orixás, de Almeida Prado, revela sua linguagem madura, inspirada nos cânticos e na percussão do candomblé. Encerrando a noite, a Sinfonia nº 2 – Lobgesang, de Mendelssohn, une orquestra, solistas e coro em uma grandiosa cantata de louvor.
Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
O programa se inicia com o prelúdio da ópera inacabada O Garatuja (1904), em que Nepomuceno combina escrita sinfônica refinada e ritmos brasileiros. Em seguida, a Suíte da Sinfonia dos Orixás, de Almeida Prado, revela sua linguagem madura, inspirada nos cânticos e na percussão do candomblé. Encerrando a noite, a Sinfonia nº 2 – Lobgesang, de Mendelssohn, une orquestra, solistas e coro em uma grandiosa cantata de louvor.
Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
O programa se inicia com o prelúdio da ópera inacabada O Garatuja (1904), em que Nepomuceno combina escrita sinfônica refinada e ritmos brasileiros. Em seguida, a Suíte da Sinfonia dos Orixás, de Almeida Prado, revela sua linguagem madura, inspirada nos cânticos e na percussão do candomblé. Encerrando a noite, a Sinfonia nº 2 – Lobgesang, de Mendelssohn, une orquestra, solistas e coro em uma grandiosa cantata de louvor.
Ensaio aberto: Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
Messiaen abre o programa com Un sourire, homenagem a Mozart e ao seu espírito luminoso diante da tragédia. Em seguida, o pianista Pierre Laurent-Aimard interpreta o Concerto nº 11 de Haydn, obra de graça mozartiana e toques ciganos. Voltamos então a Messiaen com Oiseaux exotiques, mosaico de cantos de aves e ritmos orientais. A Sinfonia nº 5 – Reforma, de Mendelssohn, encerra a noite unindo hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
Messiaen abre o programa com Un sourire, homenagem a Mozart e ao seu espírito luminoso diante da tragédia. Em seguida, o pianista Pierre Laurent-Aimard interpreta o Concerto nº 11 de Haydn, obra de graça mozartiana e toques ciganos. Voltamos então a Messiaen com Oiseaux exotiques, mosaico de cantos de aves e ritmos orientais. A Sinfonia nº 5 – Reforma, de Mendelssohn, encerra a noite unindo hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
Messiaen abre o programa com Un sourire, homenagem a Mozart e ao seu espírito luminoso diante da tragédia. Em seguida, o pianista Pierre Laurent-Aimard interpreta o Concerto nº 11 de Haydn, obra de graça mozartiana e toques ciganos. Voltamos então a Messiaen com Oiseaux exotiques, mosaico de cantos de aves e ritmos orientais. A Sinfonia nº 5 – Reforma, de Mendelssohn, encerra a noite unindo hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
Messiaen abre o programa com Un sourire, homenagem a Mozart e ao seu espírito luminoso diante da tragédia. Em seguida, o pianista Pierre Laurent-Aimard interpreta o Concerto nº 11 de Haydn, obra de graça mozartiana e toques ciganos. Voltamos então a Messiaen com Oiseaux exotiques, mosaico de cantos de aves e ritmos orientais. A Sinfonia nº 5 – Reforma, de Mendelssohn, encerra a noite unindo hinos luteranos e ecos da tradição católica.
Um réquiem alemão de Brahms
Em Um réquiem alemão, Brahms substitui o latim litúrgico pelo alemão de Lutero e transforma a missa dos mortos em uma meditação sobre consolo e humanidade. Sob regência de Dinis Sousa, a obra será interpretada pelo Coro da Osesp e pelo Coro Contemporâneo de Campinas, junto aos solistas Louise Foor (soprano) e Vitor Bispo (barítono). Entre seus movimentos, soam as quatro peças de Das Lesen der Schrift, de Wolfgang Rihm, escritas em diálogo com Brahms.
Osesp duas e trinta: um réquiem alemão de Brahms
Concerto a preço único de R$ 50 (inteira), às sextas-feiras à tarde, para começar bem o fim de semana.
Um réquiem alemão de Brahms
Em Um réquiem alemão, Brahms substitui o latim litúrgico pelo alemão de Lutero e transforma a missa dos mortos em uma meditação sobre consolo e humanidade. Sob regência de Dinis Sousa, a obra será interpretada pelo Coro da Osesp e pelo Coro Contemporâneo de Campinas, junto aos solistas Louise Foor (soprano) e Vitor Bispo (barítono). Entre seus movimentos, soam as quatro peças de Das Lesen der Schrift, de Wolfgang Rihm, escritas em diálogo com Brahms.
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