PRAÇA JÚLIO PRESTES, Nº 16
01218 020 | SÃO PAULO - SP
+55 11 3367 9500
  • Temporada 2019 | Concerto Digital
  • Temporada 2019
  • Notícias sobre a China
CONCERTO DIGITAL OSESP | ABERTURA DA TEMPORADA 2019

Estamos ao vivo com mais um concerto da Osesp, diretamente do palco da Sala São Paulo, celebrando a abertura da nossa Temporada 2019, Futuros do Passado.

 

 

Sob regência de Isaac Karabtchevsky, apresentamos o segundo movimento da Sinfonia nº 6 – Sobre as Linhas das Montanhas de Villa-Lobos, o Concerto Para Violino de Sibelius, com Augustin Hadelich como solista, e a Sinfonia nº 6 de Dvořák. No intervalo do concerto, entre as obras de Sibelius e Dvořák, teremos entrevistas e cenas dos bastidores. Continue conosco. 

 

O Concerto Digital conta com o patrocínio do Itaú Personnalitée apoio do Sesc. É uma realização da Fundação Osesp, do Governo do Estado de São Paulo, por intermédio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Ministério da Cidadania e Governo Federal. Você também pode assisti-lo no canal da Osesp no YouTube e no Facebook, tanto em nossa página, quanto na do Sesc.

 

Confira detalhes do repertório e a nota de programa aqui.


 

CONCERTO DIGITAL 2019

No dia 21 de março, às 20h30, abriremos oficialmente a nossa Temporada 2019, em concerto sob regência de Isaac Karabtchevsky na Sala São Paulo. Diretamente do nosso palco, teremos também mais uma transmissão ao vivo. O programa será composto por obras de Villa-Lobos, Sibelius e Dvorák. Confira detalhes aqui.

 

Neste ano, retornamos ao modelo de transmissão com câmeras estacionárias, com edições e cortes de imagens em tempo real. O público poderá nos assistir nas seguintes plataformas digitais: Facebook, YouTube, aqui em nosso site, e, como novidade para 2019, na página do Sesc-SP no Facebok. Os vídeos se iniciarão minutos antes do concerto e mostrarão toda a movimentação da Sala São Paulo, antes e durante a apresentação, além de entrevistas e conteúdos especiais sobre o repertório do concerto.

 

Patrocinado pelo Itaú Personnalité e apoio do Sesc, o Concerto Digital tem como objetivo utilizar a tecnologia para aproximar a música clássica de um público cada vez maior. Conheça detalhes do projeto aqui.

REVISTA OSESP 2019

"Cada Temporada é um universo de música, com mil e uma tramas de sentido, a serem exploradas concerto após concerto, semana após semana. A música não tem fim. Nós, enquanto estamos com ela, também não", escreveu Arthur Nestrovski, nosso Diretor Artístico, em texto que abre a Revista Osesp 2019. Nessa novíssima edição, amostras do maravilhoso cosmos que traremos para o palco ao longo deste ano ganharam 136 páginas. São ensaios que abarcam aspectos do legado de Beethoven, Camargo Guarnieri, Schumann, J. S. Bach, Messian, Mahler e outros temas caros a nós. Os autores são Paulo de Tarso Salles, Alex Ross, John Eliot Gardiner, Júlia Tygel, Jorge de Almeida, Felipe Lara, Rodolfo Coelho de Souza, Philippe Olivier, Carl Dahlhaus, Richard Sennett e do próprio Nestrovski. Temos ainda entrevistas com Paulo Szot (Artista em Residência), Marlos Nobre e Huang Ruo (Compositor Visitante), além de dez depoimentos sobre Marin Alsop, que faz sua última temporada como nossa Regente Titular e Diretora Musical.

 

Baixe a Revista Osesp 2019 AQUI.

Veja os ensaios individualmente AQUI.

A versão impressa pode ser adquirida na Loja Clássicos, que fica no andar térreo da Sala São Paulo (assinantes recebem o exemplar gratuitamente).

NOTÍCIAS SOBRE A CHINA

Em fevereiro, percorremos quase 18 mil quilômetros e aterrissamos no maior mercado emergente de música clássica: a China. Em um cenário até então completamente desconhecido para a nossa Orquestra, fizemos cinco concertos sinfônicos conduzidos por Marin Alsop – Xangai, Jinan, Pequim e dois em Hong Kong –, além de uma apresentação do Quarteto Osesp e de um ensaio aberto com alunos de duas escolas desta última cidade. Tocamos obras de Prokofiev, Rimsky-Korsakov, Richard Strauss, Bernstein, Ginastera, Paganini (com a presença do violinista virtuoso Ning Feng) e os brasileiríssimos Villa-Lobos e Camargo Guarnieri. Tanto na China Continental, quanto no território autônomo hong-konguês, deparamo-nos com plateias acolhedoras, ávidas por música (inclusive pela descoberta de um novo repertório) e diversa. Chineses de todas as idades nos assistiram, mas foi simbólico perceber a forte presença de crianças e jovens, tão engajados quanto os adultos, em todas as noites.

 

Ir ao encontro do outro é também fortalecer a nossa identidade enquanto Osesp e entregar experiências ainda mais transformadoras para o público brasileiro. Como escreveram Marcelo Lopes – Diretor Executivo da Fundação Osesp – e Marin Alsop – Diretora Musical e Regente Titular da Osesp – em artigo para o jornal Nexo: “Nos dá uma enorme satisfação a oportunidade de sermos a primeira orquestra profissional sul-americana a fazer esse circuito. Mais significativa ainda é a chance de mostrarmos a música brasileira e das Américas para essas plateias. Não basta que haja comércio crescente entre os países, é necessário que haja entendimento de questões mais profundas. Somente por meio do intercâmbio cultural os povos podem ter maior compreensão das diferenças e das similitudes uns dos outros, possibilitando uma convivência mais harmônica. Esse papel não cabe ao mercado, mas às instituições culturais” (leia o artigo O poder das orquestras sinfônicas e a importância da Osesp completo AQUI).

 

Veja a cobertura da turnê em nossas mídias sociais:

Facebook

Instagram

 

Clique AQUI e veja também a repercussão em veículos chineses.

 

UMA ODE GLOBAL À ALEGRIA

E se reimaginássemos a Nona de Beethoven para o século XXI, transformando-a em um novo apelo por alegria, justiça, igualdade? Esse foi o desafio apresentado pelo Carnegie Hall a nós e a outras oito orquestras ao redor do mundo, como parte do projeto "Todos Juntos: Uma Ode Global à Alegria”. As participantes criarão sua própria versão para a Ode à Alegria de Schiller, no último movimento da Sinfonia, que também terá diálogos musicais com cada cultura. “No nosso caso, a Nona chega na moldura de um anônimo canto de capoeira da Bahia, conhecido como Navio Negreiro, tramando conversas com um trecho de uma abertura de Paulo Costa Lima, Cabinda – Nós Somos Pretos (encomenda da Osesp, em 2015). Conversa também com um adágio para cordas encomendado a Clarice Assad, que por sua vez alude ao tema de Alegria, Alegria, de Caetano Veloso – antológica canção que reage ao arbítrio, em todas as suas formas. A mesma canção também é motivo de uma breve referência na ‘Ode’ em português, em minha tradução’, conta Arthur Nestrovski, nosso Diretor Artístico.

 

O pontapé inicial dessa “Ode Global à Alegria" acontece aqui, em dezembro deste ano, marcando também o começo das celebrações dos 250 anos de Beethoven, em 2020. Além da Osesp, participam a National Youth Orchestra of Great Britain, as sinfônicas de Baltimore, de Sydney, da Nova Zelândia e da Rádio de Viena, as filarmônicas Kwazulu-Natal e de Joanesburgo, e uma orquestra jovem reunida pelo próprio Carnegie Hall, em Nova York – todas regidas por Marin Alsop, que idealizou o projeto juntamente ao Weill Music Institute do Carnegie Hall. “A 'Ode à Alegria' estimula cada um a se levantar e afirmar seu valor neste mundo. Seu sentido essencial é acreditar em nossa força como seres humanos”, diz Marin. “Todos se sentirão unidos por essa experiência. E creio que esse é o elemento mais importante – por meio desse projeto vamos reunir diversas comunidades, e comunidades que normalmente não trabalham juntas.”

 

Como será que "O Freunde, nicht diese Töne!” será entoado em nossa língua? O resultado você poderá assistir nos dias 12, 13 e 14 de dezembro na Sala São Paulo e no dia 15, encerrando a Temporada 2019, em um concerto no vão livre do Masp.

 

OUTROS MOMENTOS DE ALEGRIA DURANTE A TEMPORADA

Ao longo de 2019, os quase trinta mil estudantes e professores que frequentam ensaios da Osesp e concertos didáticos na Sala São Paulo terão aulas sobre a Nona, a “Ode à Alegria” e a história da escravidão no Brasil. “A presença dos cantores do Coro Acadêmico da Osesp e do Coral Jovem do Estado, lado a lado com o Coro da Osesp, nos concertos de dezembro, servirá de emblema do amplo trabalho de educação associado ao projeto e que é tão importante quanto a música ela mesma.