CLÁUDIO CRUZ spalla
EMMANUELE BALDINI spalla
DAVI GRATON solista A
YURIY RAKEVICH solista A
ADRIAN PETRUTIU solista B
LEV VEKSLER solista B
IGOR SARUDIANSKY solista B
MATTHEW TORPE solista B
Alexey Chashnikov
Anca Gavris
Andreas Uhlemann
Camila Yasuda
Carolina Kliemann
César A. Miranda
Cristian Sandu
Elena Klementieva
Elina Suris
Florian Cristea
Gheorghe Voicu
Heitor Lotti
Inna Meltser
Irina Kodin
Katia Spássova
Lea Kalil Sadi
Leandro Dias
Paulo Paschoal
Simona Cavuoto
Soraya Landim
Sung-Eun Cho
Svetlana Tereshkova
Tatiana Vinogradova
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CLÁUDIO CRUZ



claudiocruz@osesp.art.br

Iniciou-se na música com seu pai, o luthier João Cruz. Posteriormente, recebeu orientação de Erich Lehninger e Maria Vischnia, e frequentou cursos ministrados por Joseph Gingold, Chaim Taub, Kenneth Goldsmith e Olivier Toni. Vencedor de diversos concursos no Brasil, foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) em 1985 e 1997, ganhador do Prêmio Carlos Gomes em 2002 como camerista e 2006 como solista instrumental. Em 1991, estreou na Europa, tendo sido aclamado como “grande intérprete de Mozart” pelo jornal Berliner Morgenpost. Desde então, tem sido convidado a atuar como solista e camerista na França, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Japão, Croácia, Uruguai, Argentina, Chile e Estados Unidos. Spalla da Osesp desde 1990, foi primeiro violino do Quarteto Amazônia e ocupou por dez anos o cargo de diretor musical da Orquestra de Câmara Villa- Lobos. Foi professor nos festivais de Campos do Jordão, Londrina, Brasília e Itu, entre outros.

Mantendo também intensa atividade como regente, apresentou-se frente a algumas das mais importantes orquestras brasileiras, destacando-se a Osesp, as sinfônicas Brasileira, Municipal de São Paulo, do Teatro Nacional de Brasília, Nacional do Rio de Janeiro, Bahia e Curitiba. Sua discografia inclui a gravação, na Itália, de obras de Oswald, Villa-Lobos, Krieger e Ronaldo Miranda; três CDs com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos; CDs com o Quarteto Amazônia, interpretando Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Alexandre Levy, Carlos Gomes e Nepomuceno, além de obras da compositora croata Dora Pejačević e tangos de Piazzolla — este último ganhador do Grammy em 2002. Lançou Campinas de Todos os Sons (2004); um CD de Sinfonias (Beethoven e Mozart), Coletâneas (2007) e 50 Anos de Bossa Nova (2008) com a Sinfônica de Ribeirão Preto. Com a Osesp gravou os Concertos de Bruch e Tchaikovsky. Em 2009, gravou na Suíça a Sonata de Debussy e peças de Villa-Lobos com o pianista Michel Dalberto.

Esteve à frente da Sinfônica das Américas (Flórida), a Metrópole Orkest (Holanda), Orquestra de Câmara de Osaka no Japão e Sinfônica de Avignon (França), entre outras. Foi regente titular da Sinfônica Municipal de Campinas (2003-05) e, desde 2005, é regente titular da Sinfônica de Ribeirão Preto, com a qual tem realizado importantes projetos, entre os quais primeiras audições mundiais e concertos com Toquinho, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Antonio Meneses, Nelson Freire, Maria João Pires e Dang Thai Son, entre outros.

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