Temporada 2022
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Temporada Osesp 2023

Temporada 2023 | sem fronteiras

Confira o Livro da Temporada 2023 AQUI

 

 

Caros amigos, caras amigas,

 

Depois de três anos permeados pelas incertezas da pandemia ⎯ anos que também marcaram os meus primeiros como Diretor Musical e Regente Musical da Osesp ⎯, é uma alegria poder olhar para a Temporada 2023 com otimismo, com a crença renovada na força e no poder transformador da música.

 

Sem Fronteiras é em essência o que somos e fazemos todos os dias, juntos, no palco da Sala São Paulo. Sou um regente e flautista suíço, nascido na Zâmbia, que passou parte da infância na Costa do Marfim. Já vivi na Alemanha, dirigi orquestras na Holanda, na Irlanda do Norte, no País de Gales, no Japão e na Coreia do Sul. Estou à frente de grupos nos Estados Unidos, na Espanha e, claro, no Brasil. Um pouco cidadão do mundo, represento também essa universalidade da música de concerto. Muito além das questões geográficas, em essência somos todos Sem Fronteiras quando em sua companhia. Os sons nos tornam diariamente mais vivos, mais conectados. Nossa Orquestra se supera a cada dia, e sou testemunha disso em todos os momentos que subo ao pódio para reger esse coletivo que reúne grandes talentos. De março a dezembro, estarei por 12 semanas na Sala São Paulo, em 40 dias de concertos permeados por obras absolutamente fascinantes. Estou particularmente animado para concluir a integral das Sinfonias de Sibelius ⎯ me comove o mistério impresso em cada linha de seu trabalho e a visão de futuro que ele nos traz. Feliz também em poder desbravar duas peças deslumbrantes de Henri Dutilleux, nome menos conhecido no Brasil, mas certamente um dos maiores compositores da segunda metade
do século XX.

Terei ainda a imensa honra de dirigir a Osesp em monumentos (sem exagero algum) da música sinfônica. Logo na abertura da Temporada, teremos uma favorita absoluta ⎯ minha, dos músicos, do público ⎯, a Terceira de Mahler. 2023 ainda nos reserva a Sinfonia Turangalîla, de Messiaen, e a Danação de Fausto, de Berlioz.

 

Dei início à minha jornada com a Osesp em março de 2020 com a Missa Solemnis de Ludwig van Beethoven e dirigi todas as suas Sinfonias. Tenho especial devoção a seu legado, como regente e intérprete. Daqui fica o meu desejo de que vocês se inundem das maravilhas escritas por ele em nossa Beethoven-Fest, quando poderei reger Orquestra e Coro na reconstrução do maior concerto da História da Música, feito em 1808, em Viena.

 

Espero que todos tenhamos uma Temporada 2023 inesquecível!

Thierry Fischer
Diretor Musical e Regente Titular da Osesp

Revista Osesp 2023

 

 

DESTAQUES TEMPORADA 2023

Orquestra e Coro

Nossos dois corpos artísticos juntos no palco da Sala São Paulo.
Terceira de Mahler (2, 3 e 4/mar); A Danação de Fausto, de Berlioz (11, 12 e 13/mai); Canção do Destino, de Brahms (19, 20 e 21/out); Beethoven-Fest (14, 15 e 16/dez).

 

Piano

Grandes intérpretes do instrumento em concertos sinfônicos e recitais solo.

Lucas e Arthur Jussen (23, 24 e 25/mar); Alexander Gavrylyuk (27, 28 e 29/abr); Jean-Efflam Bavouzet (25, 26 e 27/mai); Recital Bavouzet (28/mai); Steven Osborne (8, 9 e 10/jun); Recital Osborne (11/jun); Stephen Hough (29 e 30/jun, 6, 7 e 8/jul, 21, 22, 23, 28, 29 e 30/set), Recital Tiempo (30/jul); Sergio Tiempo (3, 4 e 5/ago); Fabio Martino (10, 11, 12, 17, 18 e 19/ago); Louis Schwizgebel (12, 13 e 14/out); Jason Hardink (30/nov e 1 e 2/dez); Martin Helmchen (14, 15 e 16/dez).

 

Violoncelo em Foco

Grandes intérpretes e novos nomes do cello em concertos sinfônicos e recitais solo.

Sheku Kanneh-Mason (30 e 31/mar e 1/abr); Recital Sheku e Isatah Kanneh-Mason (2/ abr); Gabriel Martins (27 e 28/jul); Inbal Segev (7, 8 e 9/set); Marina Martins (12 e 17/ set); Jean-Guihen Queyras (26, 27 e 28/out); Recital Queyras (29/out); Luiz Fernando Venturelli (9, 10 e 11/nov); Gautier Capuçon (7, 8 e 9/dez).

 

Escolhas do Maestro

Obras de Sibelius e Dutilleux, favoritos de Thierry Fischer.

Quinta de Sibelius (9, 10 e 11/mar); Quarta de Sibelius (29 e 30/jun); As Sombras do Tempo, de Dutilleux (28, 29 e 30/set); Sexta de Sibelius e Tout un Monde Lointain, de Dutilleux (26, 27 e 28/out); Sétima de Sibelius (7, 8 e 9/dez).

 

Grandes Sinfonias

O veículo de expressão máxima de uma orquestra.

Terceira de Mahler (2, 3 e 4/mar); Quinta de Sibelius (9, 10 e 11/mar); Sinfonia Escocesa de Mendelssohn (30, 31/mar e 1/abr); Quinta de Tchaikovsky (27, 28 e 29/abr); Sinfonia Londres, de Vaughan Williams (25, 26 e 27/mai); Sinfonia Pastoral, de Beethoven (1, 2 e 3/jun); Quarta de Sibelius (29 e 30/jun); Oitava de Dvorák (10, 11 e 12/ago); Quinta de Prokofiev (7, 8 e 9/set); Sexta de Sibelius (26, 27 e 28/out); Quarta, Quinta e Sexta Sinfonias de Beethoven (14, 15 e 16/dez).

 

Poemas Sinfônicos

Obras sinfônicas inspiradas na literatura, artes plásticas e outras fontes não-musicais.
Minha Pátria: Vysehrad, de Smetana (6, 7 e 8/abr); A Ilha dos Mortos, de Rachmaninov (8, 9 e 10/jun); Uma Noite no Monte Calvo e Quadros de uma Exposição, de Mussorgsky (17, 18 e 19/ago).