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Ingressos avulsos para os concertos da Temporada 2010 da Osesp na Sala São Paulo serão vendidos com 60 dias de antecedência, mas apenas a partir de 17 de fevereiro. A partir dessa data também é possível criar uma série personalizada com no mínimo três programas de toda a Temporada 2010 da Osesp. Outros detalhes sobre aquisição de ingressos para estes e demais eventos na Sala São Paulo estão na página específica do evento, que você acessa pelo calendário.
Para os diferentes eventos que acontecem na Sala São Paulo há variações de preços dos ingressos, formas de pagamento e setorização da sala de concertos. Clique aqui para saber como comprar ingressos conforme o evento escolhido. Para as apresentações sinfônicas da Osesp na Temporada 2010, os ingressos variam entre R$ 36 e R$ 122.
A Fundação Osesp promove diversos eventos gratuitos ou a preços populares na Sala São Paulo. A série de Concertos Matinais, por exemplo, apresenta concertos gratuitos nas manhãs de domingo. Nesta série é possível ver a Osesp, o Coro da Osesp e diversas orquestras parceiras do projeto. O programa Ingresso da Hora proporciona ao espectador a possibilidade de comprar ingressos sem lugar marcado para as apresentações das temporadas da Osesp pelo preço único de R$ 10,00 a partir de 10 minutos antes de seu início, mediante a disponibilidade de lugares na sala de concertos. Além disso, a Sala São Paulo dispõe de um serviço de Visita Monitorada, gratuito aos sábados e nos domingos de Concertos Matinais.
A partir do início de março, confira no calendário a programação 2010 dos Concertos Matinais na Sala São Paulo.
A Sala São Paulo é um dos principais espaços de música da capital paulista. Sendo assim, diversas orquestras do Brasil e de todo o mundo apresentam-se neste palco. Veja no calendário todos os eventos na Sala São Paulo nesta temporada.
A Osesp apresenta diferentes tipos de concertos na Sala São Paulo e fora dela. A maior parte acontece com a presença da orquestra completa, com cerca de 100 músicos, os 'concertos sinfônicos'. Há também concertos com um número menor de instrumentos, os 'concertos de câmara', ou 'de música de câmara', que acontecem em espaços menores dentro do mesmo prédio da Sala São Paulo. Outros eventos contam com apresentações do Coro da Osesp, somente com as vozes ou com acompanhamento de instrumentos. Você ainda encontrará no calendário da Sala São Paulo concertos dos alunos da Academia de Música da Osesp e os de outros realizadores, apresentando concertos de diferentes orquestras e grupos.
Desde 2001, os concertos da Osesp são agrupados em séries de assinaturas que podem ser adquiridas por determinado período antes do início de cada temporada. Isso significa que o interessado pode garantir antecipadamente o mesmo lugar na Sala São Paulo para determinados concertos. Para a Temporada 2010 foram disponibilizadas 12 séries sinfônicas (de oito a nove concertos anuais cada), além de séries de música de câmara, música coral, Quarteto Osesp e uma série de recitais de piano.
Com o objetivo de facilitar a identificação dos concertos nas 12 séries sinfônicas de assinatura, foi atribuído o nome de uma árvore da flora brasileira a cada uma das séries. Não há nenhuma ligação entre o nome das séries e os concertos pertencentes a cada uma.
A venda de novas assinaturas é feita no final do ano que antecede uma nova temporada, exclusivamente pelo sistema online deste site ou por uma central de atendimento, cujo telefone é divulgado com antecedência. Para ser informado oportunamente sobre o período de vendas para a próxima temporada, inscreva-se para receber o informativo da Osesp ou cadastre-se desde já no Sistema de Assinaturas da Osesp. Veja também a página Como assinar.
Você pode criar uma série personalizada ao comprar o mesmo número de ingressos para pelo menos três concertos de uma mesma temporada da Osesp. Além de garantir seu lugar para os programas escolhidos, você paga valores de assinatura, recebe os ingressos em casa e, caso precise, pode trocá-los no Banco de Ingressos da Osesp (conforme disponibilidade).
Cada entidade possui um sistema próprio de venda de assinaturas. A bilheteria da Sala São Paulo e os funcionários da Fundação Osesp não estão autorizados a executar ou fornecer informações sobre esses serviços. O interessado deve portanto entrar em contato diretamente com o realizador.
Confira aqui o horário de funcionamento da bilheteria da Sala São Paulo.
Confira aqui o horário de funcionamento do estacionamento da Sala São Paulo.
As lojas da Sala São Paulo funcionam de segunda a sexta das 12h às 18h ou, em dias de concerto, até o final do intervalo. Aos sábados, das 12h até uma hora após o término do concerto da Osesp. Aos domingos, em dias de Concertos Matinais, das 10h às 13h. Havendo concerto vespertino, das 15h30 até o final do intervalo.
É fundamental que você se sinta confortável em sua vinda à Sala São Paulo. Não há necessidade do uso de trajes sociais, entretanto não é permitida a entrada de pessoas trajando bermudas, shorts e chinelos.
No início do concerto ou após o intervalo, as portas da sala de concertos são fechadas logo após o terceiro sinal. Se lhe for permitido entrar entre duas obras, siga as instruções de nossos indicadores e ocupe rápida e silenciosamente o primeiro lugar vago que encontrar.
Diferentemente de outros gêneros musicais, a música de concerto valoriza pequenas sutilezas sonoras, detalhes e sons muito suaves; assim, o silêncio por parte da platéia é muito importante. O uso de um lenço pode abafar a tosse que não conseguirmos evitar. Telefones celulares, pagers, relógios digitais e quaisquer outras fontes sonoras devem permanecer desligados durante os concertos.
É tradição na música de concerto aplaudir apenas no final das obras. Preste atenção, pois muitas peças apresentam movimentos, com pausas entre eles. Se preferir, aguarde e observe o que faz a maioria.
As crianças são sempre bem-vindas aos concertos e trazê-las é a melhor forma de aproximá-las de um repertório pouco tocado nas rádios e pouco explorado pelas escolas. A classificação etária é de sete anos e, nessa idade, as crianças já apresentam uma capacidade de concentração mais desenvolvida. Aconselhamos a escolha de repertórios específicos e programas que não ultrapassem 40 minutos de duração.
O programa Descubra a Orquestra traz anualmente mais de 50 mil alunos e professores das redes pública e privada de ensino para ensaios da orquestra, concertos didáticos com orquestras parceiras e atividades recreativo-musicais. As inscrições para o programa são abertas duas vezes ao ano (em fevereiro, para o 1º semestre; entre meados de junho e julho, para o 2º semestre). Veja mais detalhes na página Inscreva sua Escola.
A Fundação Osesp disponibiliza as vagas de trabalho e estágio na página Trabalhe conosco. As vagas para a Orquestra e para os coros Sinfônico e de Câmara estão na página Audições.
Você deve enviar seu currículo para o endereço físico ou eletrônico indicado junto à vaga de seu interesse.
Desde a inauguração da Sala, em 9 de julho de 1999.
Desde o ano 2000, a Osesp tem feito pelo menos uma turnê por ano. Nestes últimos 10 anos foram turnês para os EUA, Europa, América do Sul e pelo Brasil. Para 2010 está programada uma nova turnê pela Europa. As datas e locais serão divulgados oportunamente na página Turnês.
Desde sua reestruturação, através de parcerias firmadas com as gravadoras BIS e Biscoito Fino, a Osesp já lançou cerca de 34 títulos. Os repertórios incluem música brasileira, música contemporânea e obras do repertório clássico. Veja aqui a discografia da Osesp.
Na verdade, nenhum dos dois termos é apropriado. Para apreciar a música tocada pela Osesp, não é necessário qualquer grau de erudição. O termo clássico refere-se a um período da história da música, o Classicismo (do qual Mozart é um dos mais destacados representantes), que veio depois do Barroco (de Johann Sebastian Bach) e antes do Romantismo (de Gustav Mahler). Entretanto, este é um termo popularizado, que em vários idiomas indica a música de concerto, como sinfonias, sonatas, óperas, etc. Outros termos usados são música sinfônica e música de concerto.
A música lírica é aquela que tem a presença de cantores, como as canções e óperas - o nome tem origem na Grécia Antiga, onde os poetas entoavam suas composições acompanhados pela lira, um instrumento musical de cordas. A sinfônica originalmente refere-se à formação instrumental para execução de sinfonias, mas atualmente o termo é também usado como sinônimo de 'música de concerto'. A música camerística tem sua origem nas apresentações que aconteciam nos cômodos, dentro das casas das pessoas, que na Itália são chamados de camara (quarto); daí o nome 'música de câmara', feita para poucos instrumentos.
A diferença entre uma orquestra sinfônica e uma filarmônica não reside no repertório apresentado, na quantidade de músicos ou nos instrumentos utilizados. O que as diferencia é a natureza de suas estruturas de suporte administrativo. A denominação filarmônica poderia ser grosseiramente traduzida por 'amantes da harmonia' e diz respeito a sociedades musicais mantidas por admiradores que subsidiam conjuntos orquestrais. A indicação sinfônica refere-se ao repertório abordado, de sinfonias, mas finda por representar os demais grupos, mantidos por governos ou grandes corporações. Nos dias de hoje, há poucas orquestras verdadeiramente filarmônicas, mas devido à tradição seus nomes de origem ainda são mantidos.
O spalla (leader na Inglaterra, concertmaster nos Estados Unidos, Konzertmeister nos países de língua germânica) é o primeiro-violino da orquestra. Ele executa passagens solistas, serve como regente substituto e repassa aos outros músicos as determinações do maestro. Até meados do século XIX, grande parte das apresentações eram regidas pelo spalla, que utilizava o arco para marcar o tempo da música. O termo italiano pode indicar tanto a região do colo onde é apoiado o violino, quanto o personagem que, no teatro de revista, dá suporte ao ator principal.
Após a entrada do spalla, a orquestra espera a nota Lá do oboé para começar a afinar, mas por que o oboé? Os oboístas da Osesp explicam que a tradição surgiu no século XVII, época em que esse instrumento, diferentemente dos outros sopros, estava presente em quase todas as orquestras e repertórios. Além disso, o timbre, o volume e o posicionamento do oboé na orquestra fazem com que ele seja facilmente ouvido por todos os músicos. Por último, uma vez feita a palheta, a afinação do oboé é dificilmente modificada, garantindo a precisão da freqüência de 442 Hz. Por estes motivos, o oboé foi eleito o 'diapasão' da orquestra.
O Op., que você encontra nos títulos de muitas das obras tocadas pela Osesp, é a abreviação do termo latino opus (em português, obra), e aparece sempre acompanhado de um número para identificar uma peça ou um grupo de peças na produção de um compositor. Por exemplo, o Concerto nº 2, Op.18, de Rachmaninov é a peça de número 18 no catálogo de suas obras. Mas cuidado, nem sempre o opus representa a seqüência cronológica das composições. Para alguns compositores foram criados catálogos próprios, como o BWV, Bach-Werke-Verzeichnis (Catálogo das Obras de Bach); o KV, Köchel Verzeichnis (Catálogo Köchel) de Ludwig Köchel para as obras de Mozart; o D, Deutsch, de Otto Erich Deutsch para as obras de Schubert; e o HoB, Hoboken, de Anthony van Hoboken para as obras de Haydn.
Desde o século XVI, os compositores procuram formas de indicar nas partituras a velocidade e a expressão de suas músicas. Porém, até o século XIX, não havia marcadores precisos de tempo, como o metrônomo, e os autores passaram a utilizar termos e expressões para determinar a rapidez, ou o andamento, da música. Por força da tradição musical italiana, passou-se a adotar internacionalmente termos como: largo (lento); adagio (calmamente); andante; moderato; allegro; vivace; presto (rápido); muitas vezes acompanhados de 'comentários', como assai (bastante), ma non troppo (mas nem tanto), con moto (com movimento) entre tantos outros. Muitos autores preferiram usar tais indicações em seus próprios idiomas. Dessa forma, cada parte das obras, ou movimento, leva um título que indica o andamento daquele trecho.
Apesar de registros de notações musicais na Grécia Antiga e entre os chineses do século III, apenas em St. Gall (Suíça), quase mil anos mais tarde, as notas passaram a ser marcadas com maior precisão. Para os nomes das notas, os povos de língua anglo-germânica adotaram letras, de A a G, enquanto os de língua latina seguiram o hino a São João Batista, introduzido nas aulas de Guido d'Arezzo, no século XI: UT queant laxis, REsonare fibris, MIra gestorum, FAmuli tuorum, SOLve polluti, LAbii reatum, Sancte Ioannes. (Para que possam ressoar as maravilhas de teus feitos com largos cantos, apaga os erros dos lábios impuros, ó São João). Há algumas hipóteses sobre a substituição de Ut (até hoje utilizado na França) por Dó. Uma delas a atribui ao musicólogo Giovanni Battista Doni, no século XVII; outra, ao teórico Giovanni Maria Bononcini, autor do tratado Il Musico Prattico, publicado em 1673. A razão pela qual ocorreu a mudança é incerta. Acredita-se que foi para facilitar a pronúncia nos exercícios de solfejo. O Dó teria sido retirado da palavra Dominus (Senhor, em latim).
A popularização da música clássica depende diretamente de mudanças nas diretrizes do ensino da música. Além disso, o papel da mídia é fundamental. Na Osesp, desde 2001 trazemos crianças das redes pública e privada de ensino para ensaios e concertos didáticos, além de oferecer cursos aos professores (veja Descubra a Orquestra). Outras atividades promovidas pela Fundação Osesp, como concertos a preços populares e concertos abertos em praças e parques contribuem consideravelmente para a aproximação do grande público com a música clássica.